01 · SISTEMA
Monitoramento ambiental
Instrumentamos uma área farmacêutica em Itapevi (SP) para acompanhar pressão diferencial, temperatura e umidade em áreas produtivas e antecâmaras.
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL · INSTRUMENTAÇÃO · EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Projetamos a instrumentação e a supervisão HVAC de uma área farmacêutica em Itapevi (SP), conectando medições de pressão diferencial, temperatura e umidade ao controle.
01 · SISTEMA
Instrumentamos uma área farmacêutica em Itapevi (SP) para acompanhar pressão diferencial, temperatura e umidade em áreas produtivas e antecâmaras.
02 · INTEGRAÇÃO
Integramos 26 pontos PDT, 5 pontos TT/MT e 31 conjuntos de sinalização em 24 Vcc a PLCs e remotas, via Modbus TCP/IP e iFix.
03 · ENTREGA
Organizamos identificação individual, sinalização local por níveis de alerta e ação, e visibilidade centralizada no supervisório.
Para uma grande empresa farmacêutica em Itapevi (SP), projetamos uma malha de instrumentação HVAC que leva as condições ambientais do campo até a supervisão. Relacionamos cada sensor à sala, à variável medida, à infraestrutura de cabos, ao sinal de controle e ao alerta que orienta a operação.

Distribuímos 26 pontos de pressão diferencial e especificamos a montagem dos sensores Testo 6383 nas paredes das antecâmaras, com espigões para leitura da pressão interna e externa. Acima de cada ponto, posicionamos sinalização visual e sonora. A identificação individual relaciona o alerta ao ambiente correspondente e torna o acompanhamento mais direto para a equipe.

Distribuímos 5 pontos TT/MT com sensores Testo 6681 em áreas como VECTOR 7, linhas compressoras FETTE 3090 e processos MG2. Para cada variável, definimos níveis distintos: sinal amarelo quando a leitura se aproxima do limite de alerta e vermelho quando alcança o limite de ação. Levamos a mesma lógica ao supervisório iFix para aproximar a indicação local da visão central.

Desenhamos os percursos com eletrocalhas lisas de 200 × 50 mm e 100 × 50 mm, protegendo os circuitos e conectando os pontos de campo às rotas principais. Coordenamos derivações, subidas e descidas; limitamos cada trecho entre caixas a no máximo duas curvas de até 90°; e especificamos identificação dos circuitos nas conexões e aterramento das massas metálicas.
Essa coordenação dá continuidade ao caminho físico entre sensor, caixa, remota e painel de supervisão.

Desenvolvemos caixas e suportes dedicados aos sensores e sinalizadores, com chapa de aço inox 316 eletropolido de 2 mm. Dimensionamos furos, fixações, tampas e passagens para integrar os instrumentos à montagem e manter acessíveis os pontos de conexão.
Combinamos esse detalhamento mecânico com 31 conjuntos de sinalização audiovisual em 24 Vcc, PLCs, remotas, Modbus TCP/IP e iFix — uma arquitetura que conecta a condição ambiental à indicação no local e à supervisão.
